Ana Claudia C. Espósito¹, Erika Fernandes², Mariana Feiges², Priscila Correia², Gustavo Facchini³
A radiação ultravioleta (UV), que apresenta os comprimentos da onda UVA e UVB, destaca-se como uma contribuição primária na patogênese do melasma. A radiação UV desencadeia a ativação dos melanócitos, resultando em uma regulação positiva da sítense de melanina e subsequente hiperpigmentação da pele. A luz visível (VL), espeicalmente no espectro de luz azul, exerce também uma função de indução da hiperpigmentação em pacientes com melasma. Além disso, a radiação vermelha (IR), percebida como calor, tem impacto significativo devido à associação com a exposiçõa ocupacional ao calor e a gravidade da doença. Ainda, as radiações UV, VL e IR também contribuem para a geração de espécies reativas de oxigênio, exacerbando consequentemente a pigmentação da pele e o envelhecimento.
Um protetor solar com cor contendo 7% de niacinamida, 0,75% de ácido tranexâmico e 10% de pigmentos minerais foi desenvolvido com o objetivo de promover não apenas proteção contra os raios UVA e UVB, mas também proporcionar uma defesa contra VL e IR, atuando em múltiplos estágios de melanogênese.